
Cães e gatos que perdem um membro podem ganhar uma nova chance. Primeiramente, um projeto pioneiro em Portugal desenvolve próteses biônicas inteligentes. O nome da iniciativa é PetBionic. Ela une tecnologia de ponta e cuidado veterinário.
O projeto segue até 2027. Além disso, a iniciativa conta com financiamento europeu de mais de 1 milhão de euros.
Como funciona a prótese biônica inteligente?
As próteses tradicionais apresentam limitações. Por outro lado, o modelo do PetBionic implanta o dispositivo diretamente no osso. Os especialistas chamam essa técnica de endo-exoprótese. Portanto, o animal ganha uma percepção mais natural do membro.
Dessa forma, o pet se adapta melhor. Consequentemente, ele consegue usar a pata biônica como se fosse a original.
Sensores e IA monitoram a saúde do pet em tempo real
A grande inovação está dentro da prótese. Ela contém sensores avançados. Esses componentes monitoram parâmetros importantes em tempo real.
Por exemplo, o sistema verifica constantemente a estabilidade do implante e a densidade óssea. Uma inteligência artificial analisa todos esses dados.
Assim, os veterinários percebem qualquer sinal de problema. Essa detecção precoce evita a rejeição. Além disso, o sistema melhora o conforto e a mobilidade do animal.
A equipe desenvolveu materiais biocompatíveis e seguros
A equipe da Universidade de Aveiro criou materiais especiais. Primeiramente, a parte em contato com o osso utiliza titânio. Os pesquisadores revestem esse titânio com biovidro.

Esse revestimento oferece múltiplas funções. Primeiramente, ele acelera a osteointegração. Ou seja, acelera a ligação entre o osso e a prótese.
Além disso, o material possui ação antibacteriana. Portanto, ele reduz o risco de infecções. A nanotecnologia otimiza todo esse processo.
Quem lidera o projeto PetBionic?
O projeto forma um consórcio. O Hospital Veterinário de S. Bento lidera a iniciativa. A experiência clínica da equipe garante que as próteses atendam às necessidades reais.

A Universidade de Aveiro contribui com a engenharia de materiais e física. A empresa Composites Kingdom fornece o conhecimento em fabricação aditiva. Essa parceria garante resistência com baixo peso.
O investimento total ultrapassa 1,6 milhões de euros.
Quando a tecnologia estará disponível?
Neste momento, a equipe já desenvolveu os materiais. Os engenheiros finalizam o design das próteses.
A próxima fase inclui a produção e os testes em laboratório. Por fim, os especialistas testarão as próteses em casos clínicos reais. O projeto deve ser concluído até o final de 2027.
A tecnologia também beneficia humanos
O PetBionic não serve apenas para pets. A equipe espera transpor o conhecimento obtido para a medicina humana.
Portanto, os avanços em sensores, IA e materiais biocompatíveis podem ajudar pessoas no futuro. Em resumo, o projeto representa um salto para a saúde como um todo.




